Consultoria estratégica em projetos de saúde

Nossa solução

A decisão antes do projeto

Nem toda instituição precisa de execução. Às vezes precisa decidir o que fazer, e decidir com informação em vez de intuição.

Uma leitura honesta

O retrato da situação atual, com os gargalos nomeados e ordenados por impacto.

Os caminhos possíveis

As alternativas reais, com custo, risco e capacidade de execução de cada uma.

Uma recomendação

Gestores de instituição de saúde em reunião de decisão estratégica

A pergunta que ninguém quer responder internamente

Quem está dentro da operação raramente consegue avaliá-la sem conflito. O chefe de serviço defende o serviço, a diretoria defende o orçamento e o investigador defende a linha de pesquisa. Todos com razão, e nenhum com a visão completa.

Uma leitura externa não é mais inteligente que a interna. É apenas desinteressada. É isso que permite dizer que uma frente não se sustenta, que um projeto está grande demais para a equipe atual ou que a parceria proposta transfere mais risco do que receita.

As decisões em que apoiamos

Vale a pena entrar nessa frente?

Iniciar uma operação de pesquisa clínica, abrir um novo serviço, criar uma linha de cuidado. São decisões que parecem estratégicas no papel e esbarram em questões concretas: há pacientes suficientes, há equipe disponível, há estrutura física, há quem queira pagar por isso.

Avaliamos a viabilidade antes do investimento, com números em vez de expectativa. Em parte dos casos a recomendação é não entrar, ou entrar em escala menor do que a instituição pretendia.

Por que a operação não entrega o que deveria?

A estrutura existe, a equipe é competente e o resultado não aparece. Normalmente o problema não está em nenhuma área isolada, mas na passagem entre elas: informação que se perde, retrabalho que ninguém mede, decisão que fica parada esperando alguém que não sabe que precisa decidir.

Mapeamos o fluxo real de trabalho, não o descrito no organograma, e apontamos onde está o custo invisível. É o tipo de diagnóstico que muda a conversa de “precisamos de mais gente” para “precisamos mudar duas etapas”.

Essa parceria faz sentido para nós?

Convites para parceria com indústria, patrocinador, rede ou fornecedor de tecnologia chegam com proposta pronta e prazo curto para resposta. Avaliar bem exige entender o que está sendo transferido de risco, de dado e de autonomia.

Analisamos a proposta do ponto de vista da instituição, incluindo o que não está escrito: dependência criada, exclusividade implícita e o que acontece se a parceria terminar em dois anos.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes

Na consultoria estratégica conduzimos o trabalho: fazemos o diagnóstico, avaliamos as alternativas e entregamos a recomendação. No advisory atuamos como apoio a decisões que a própria instituição conduz, de forma pontual ou recorrente.

Não. A pesquisa clínica é parte relevante da nossa atuação, mas trabalhamos também com estruturação de serviços, projetos de inovação, uso de dados e sustentabilidade da operação em saúde.

Pelo diagnóstico. Antes de propor qualquer recomendação, precisamos entender a situação real e conversar com quem está na operação. Só depois apresentamos o escopo, as etapas e o investimento.

Acontece e faz parte. Uma avaliação que só confirma o que a instituição já queria ouvir não tem valor. Quando os números não sustentam a decisão pretendida, dizemos isso, com os motivos e com as alternativas possíveis.

Os dois são possíveis. Alguns clientes contratam a análise e executam internamente. Outros preferem que acompanhemos a implementação, o que fazemos pela nossa frente de gestão de projetos.

Vamos conversar

Seu projeto de pesquisa clínica começa com uma conversa

Conte em que ponto está e retornamos com uma avaliação inicial.