Nossa solução
Nem toda instituição precisa de execução. Às vezes precisa decidir o que fazer, e decidir com informação em vez de intuição.
O retrato da situação atual, com os gargalos nomeados e ordenados por impacto.
As alternativas reais, com custo, risco e capacidade de execução de cada uma.
Gestores de instituição de saúde em reunião de decisão estratégica
Quem está dentro da operação raramente consegue avaliá-la sem conflito. O chefe de serviço defende o serviço, a diretoria defende o orçamento e o investigador defende a linha de pesquisa. Todos com razão, e nenhum com a visão completa.
Uma leitura externa não é mais inteligente que a interna. É apenas desinteressada. É isso que permite dizer que uma frente não se sustenta, que um projeto está grande demais para a equipe atual ou que a parceria proposta transfere mais risco do que receita.
Iniciar uma operação de pesquisa clínica, abrir um novo serviço, criar uma linha de cuidado. São decisões que parecem estratégicas no papel e esbarram em questões concretas: há pacientes suficientes, há equipe disponível, há estrutura física, há quem queira pagar por isso.
Avaliamos a viabilidade antes do investimento, com números em vez de expectativa. Em parte dos casos a recomendação é não entrar, ou entrar em escala menor do que a instituição pretendia.
A estrutura existe, a equipe é competente e o resultado não aparece. Normalmente o problema não está em nenhuma área isolada, mas na passagem entre elas: informação que se perde, retrabalho que ninguém mede, decisão que fica parada esperando alguém que não sabe que precisa decidir.
Mapeamos o fluxo real de trabalho, não o descrito no organograma, e apontamos onde está o custo invisível. É o tipo de diagnóstico que muda a conversa de “precisamos de mais gente” para “precisamos mudar duas etapas”.
Convites para parceria com indústria, patrocinador, rede ou fornecedor de tecnologia chegam com proposta pronta e prazo curto para resposta. Avaliar bem exige entender o que está sendo transferido de risco, de dado e de autonomia.
Analisamos a proposta do ponto de vista da instituição, incluindo o que não está escrito: dependência criada, exclusividade implícita e o que acontece se a parceria terminar em dois anos.
Dúvidas frequentes
Na consultoria estratégica conduzimos o trabalho: fazemos o diagnóstico, avaliamos as alternativas e entregamos a recomendação. No advisory atuamos como apoio a decisões que a própria instituição conduz, de forma pontual ou recorrente.
Não. A pesquisa clínica é parte relevante da nossa atuação, mas trabalhamos também com estruturação de serviços, projetos de inovação, uso de dados e sustentabilidade da operação em saúde.
Pelo diagnóstico. Antes de propor qualquer recomendação, precisamos entender a situação real e conversar com quem está na operação. Só depois apresentamos o escopo, as etapas e o investimento.
Acontece e faz parte. Uma avaliação que só confirma o que a instituição já queria ouvir não tem valor. Quando os números não sustentam a decisão pretendida, dizemos isso, com os motivos e com as alternativas possíveis.
Os dois são possíveis. Alguns clientes contratam a análise e executam internamente. Outros preferem que acompanhemos a implementação, o que fazemos pela nossa frente de gestão de projetos.
Vamos conversar
Conte em que ponto está e retornamos com uma avaliação inicial.